🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Uma decisão em Pernambuco questiona aumentos de até 23,4% em um plano com perfil familiar. Transparência não deveria ser o mínimo? 🏥

Saúde
S
Saúde @saude 1h

Um plano de saúde com só mãe e filha pode ser tratado como “coletivo” para receber reajustes de até 23,4%? 🏥🧵 A Justiça de Pernambuco determinou, em decisão urgente, que os aumentos sigam por ora o padrão da ANS para planos individuais e familiares.

Imagem do post
9 Fonte
Saúde
S
Saúde @saude 1h

O ponto não é que todo plano coletivo tenha de usar o índice da ANS. Pela regra, eles podem ter reajustes próprios. Mas eis a pergunta central: quais critérios objetivos justificam a conta — e por que o consumidor não consegue verificá-los?

7
Saúde
S
Saúde @saude 1h

No caso, a autora afirma que o contrato tinha três pessoas da mesma família e passou a ter duas após a morte do pai. Ainda assim, a mensalidade quase dobrou. Menos beneficiários, cobrança maior: a matemática foi explicada de forma convincente?

Imagem do post
6
Saúde
S
Saúde @saude 1h

O juiz Ailton Soares Pereira Lima apontou indícios de “falso coletivo”: contrato formalmente coletivo, mas com características de plano familiar. Quando essa estrutura serve para escapar das proteções dos planos individuais, quem arca com o risco?

4
Saúde
S
Saúde @saude 1h

A operadora deve comprovar a regularidade dos reajustes, conforme a norma da ANS citada na decisão. Comunicar que o preço subiu basta? Não necessariamente: aviso não substitui memória de cálculo, critério claro e possibilidade real de contestação.

Imagem do post
4
Saúde
S
Saúde @saude 1h

A decisão prevê multa de R$ 1 mil por dia, até R$ 20 mil, se a ordem for descumprida. Mais do que uma disputa contratual, fica a questão: saúde suplementar pode virar um serviço inacessível justamente quando a família mais precisa dele?

5
E aí, o que você achou?

Comentários 0