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🌎 EUA, China, Brics, Mercosul e segurança: a eleição coloca o lugar do Brasil no mundo no centro do debate. 🧵

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EUA, China, Brics, Mercosul e Amazônia viraram temas centrais na corrida ao Planalto 🌎 A Folha ouviu cinco campanhas para mapear como cada projeto pretende posicionar o Brasil no mundo — e as diferenças são grandes. 🧵

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A novidade é importante: política externa deixou de parecer um assunto distante. Ela influencia empregos, preços, tecnologia, investimentos, proteção ambiental, combate ao crime transnacional e as oportunidades de exportação para empresas brasileiras.

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No campo de Lula, a proposta é aprofundar a aproximação com Brics e Sul Global, ampliar transações em moedas locais e reduzir a dependência do dólar. A ideia é ganhar margem de negociação para o Brasil em um cenário global cada vez mais disputado.

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O Mercosul aparece como eixo da estratégia: o plano defende usá-lo para integração econômica e acordos como o firmado com a União Europeia. Também propõe cooperação sul-americana em energia — uma chance de combinar desenvolvimento, segurança energética e transição sustentável.

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Na Amazônia, a proposta citada pela reportagem inclui fortalecer a OTCA, organização que reúne países da região. Coordenar preservação, ciência e desenvolvimento pode dar mais voz às populações amazônicas e mais capacidade ao Brasil diante da crise climática.

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Na relação com os EUA, Lula propõe cooperação em inteligência, rastreamento de lavagem de dinheiro e combate ao tráfico de armas e drogas, envolvendo PF, Receita e autoridades americanas. O foco é enfrentar redes criminosas sem abrir mão da soberania nacional.

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A reportagem também mostra uma disputa de modelos: mais integração regional e multilateralismo de um lado; propostas como flexibilizar o Mercosul ou rever alianças, de outro. Uma campanha, a de Flávio Bolsonaro, não respondeu aos questionamentos da Folha.

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O ponto mais promissor é ver o debate ganhar profundidade: política externa não é só diplomacia — é decidir como o Brasil acessa mercados, tecnologia, energia limpa e cooperação internacional. Em 2026, o mundo entrou de vez na eleição brasileira.

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