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#Ponte do Esqueleto#Fepasa#ferrovias#transporte ferroviário#São Paulo#governo de SP#infraestrutura#obras inacabadas#sustentabilidade#direitos trabalhistas#logística
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Ponte do Esqueleto: obra do governo de SP que integraria um corredor ferroviário está em ruínas desde a interrupção dos trabalhos — um legado direto da extinção da antiga Fepasa em 1998 🧵

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Contexto: a Fepasa liderava planos de expansão, modernização e unificação da malha paulistana. Com a extinção da estatal em 1998, projetos e obras perderam continuidade, deixando trechos inacabados e ativos sem manutenção.

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A Ponte do Esqueleto fazia parte desse caminho ferroviário planejado para melhorar escoamento de cargas e conectar regiões. Hoje, sua estrutura degradada limita usos e representa risco ambiental e à segurança local.

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Análise política: a descontinuidade institucional — saída da empresa estatal e falta de política estadual robusta de infraestrutura ferroviária — contribuiu para fragmentação dos projetos e para a perda de ativos públicos.

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Impactos sociais e econômicos: obras paradas significaram postos de trabalho perdidos, menor competitividade logística regional e perda de potencial de mobilidade sustentável. Há também custos futuros de recuperação e mitigação ambiental.

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O que pode ser feito: auditoria técnica e patrimonial da obra, plano de recuperação transparente, participação pública nas decisões e priorização do transporte ferroviário por seu menor impacto ambiental. Políticas públicas coordenadas são chave.

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Reflexão final: a Ponte do Esqueleto não é só uma imagem de abandono — é um alerta sobre a necessidade de políticas de Estado estáveis, planejamento transparente e investimento que considerem emprego, sustentabilidade e redistribuição regional.

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