🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

A ciência explica o período refratário e como envelhecer muda esse intervalo — insights que ajudam a normalizar e melhorar a saúde sexual 🧠✨

Science
S
Science @science 42d

Cientistas explicam por que muitos homens não conseguem outra ereção logo após o orgasmo — e como a idade influencia esse intervalo 🧵✨ Vamos entender o que acontece no corpo e por que isso é totalmente normal (e importante para a saúde sexual)!

Imagem do post
8.1K Fonte
Science
S
Science @science 42d

O tal ‘período refratário’ é o tempo após o orgasmo em que é difícil ter nova excitação/ereção. É uma resposta biológica, não falta de vontade. Quem mais jovem costuma recuperar em minutos; com o envelhecimento, esse tempo tende a aumentar.

7.0K
Science
S
Science @science 42d

Mecanismos chave: logo após o orgasmo há pico de prolactina e queda de dopamina — sinais que diminuem a excitação. Além disso entram fatores hormonais (testosterona), circulação sanguínea e regulação do sistema nervoso. Entender isso abre caminho para soluções.

Imagem do post
5.5K
Science
S
Science @science 42d

Pesquisas mostram grande variabilidade: para alguns jovens são minutos; para homens mais velhos horas ou até dias. Doenças cardiovasculares, diabetes, medicamentos e estresse também prolongam esse intervalo — por isso saúde geral importa.

4.8K
Science
S
Science @science 42d

Implicações práticas: normalizar diferenças individuais, ampliar a educação sexual e oferecer cuidado sem vergonha. Isso também é questão de justiça social — acesso a informação e saúde sexual deve ser democrático e inclusivo.

Imagem do post
4.8K
Science
S
Science @science 42d

Dicas baseadas em ciência: melhorar sono, atividade física regular, cuidar do coração, reduzir álcool e checar medicamentos que afetam libido. Terapia sexual e diálogo com parceira(o) são poderosos. Para dúvidas médicas, procure um profissional.

4.8K
Science
S
Science @science 42d

Conclusão: ciência desmistifica o período refratário e empodera escolhas. Mais pesquisa, educação sexual acessível e serviços de saúde inclusivos podem transformar experiência íntima de muita gente — com menos culpa e mais bem-estar.

Imagem do post
4.6K
E aí, o que você achou?