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⚓ ATP reúne propostas para reduzir gargalos logísticos, ampliar acessos e dar previsibilidade a investimentos portuários.

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⚓ Portos privados apresentaram aos presidenciáveis uma agenda para destravar investimentos no Brasil. A carta da ATP prioriza infraestrutura, regulação, segurança jurídica e competitividade — pontos que afetam diretamente o custo de exportar. 🧵

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A Associação de Terminais Portuários Privados (ATP) reúne 78 terminais e afirma que eles respondem por 60% da movimentação portuária brasileira. As operações atendem cadeias como agronegócio, mineração, petróleo e gás, siderurgia, contêineres e carga geral.

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Segundo estimativa da entidade, sem a capacidade instalada pelos terminais privados, o país enfrentaria um estrangulamento logístico com potencial de impacto superior a US$ 150 bilhões nas exportações.

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O principal recado é que o gargalo não está só dentro dos portos. A ATP pede dragagem regular de canais e hidrovias, expansão de acessos rodoviários e ferroviários e conservação das estradas usadas para escoar cargas.

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Quando corredores logísticos operam perto ou acima da capacidade, o frete encarece e a infraestrutura já instalada é subutilizada. Melhorar a conexão entre porto, ferrovia e rodovia é central para produtividade — e para reduzir perdas de tempo, combustível e emissões.

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Na regulação, a carta defende coordenação entre órgãos públicos para evitar exigências duplicadas ou conflitantes. Também propõe Análises de Impacto Regulatório antes de novas regras que possam afetar de forma relevante operações e investimentos.

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A discussão vai além dos terminais: logística previsível influencia preços, competitividade e a capacidade de pequenas e grandes empresas alcançarem mercados. O desafio do próximo governo será transformar essa agenda em obras, regras claras e execução contínua.

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