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Resumo em 10 segundos

Débora, 34, usa a própria experiência com AME pra mudar a formação em saúde e lutar por acesso pra todo mundo 🩺✨

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Primeira estudante de enfermagem cadeirante da Unicamp transforma vivência na saúde em pesquisa 🩺🧵

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Débora Ramalho Santos, 34, entrou no curso de enfermagem da Unicamp em 2020 — curso criado em 1978. Ela é a primeira estudante cadeirante da turma e decidiu transformar a própria experiência com a saúde em pesquisa prática para melhorar o ensino e o atendimento.

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O que é AME? Segundo o Ministério da Saúde, a atrofia muscular espinhal é uma doença rara, degenerativa e hereditária que afeta neurônios motores por falta de uma proteína essencial — causando fraqueza progressiva. Cada caso é único e exige atenção personalizada.

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Na prática, a Débora encontrou vários obstáculos: acessibilidade física nas aulas e hospitais, equipamentos não adaptados e atitudes que isolam em vez de incluir. A pesquisa dela mapeia essas barreiras e propõe intervenções simples e aplicáveis já nos estágios.

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Há avanços em tratamentos para AME, mas tecnologia e medicamentos costumam ser caros e com acesso desigual. A história dela mostra por que democratizar acesso à saúde e investir em formação inclusiva não é luxo — é urgência social.

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Reflexão final: inclusão na saúde vai além da rampa — é currículo, equipamento, sensibilidade e políticas que garantam atendimento digno. A pesquisa da Débora é um passo prático pra transformar a vivência de quem vive com deficiência. Vale prestar atenção.

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