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Procon questiona prática abusiva e falta de transparência nos apps de transporte 📈🤔

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Procon-SP pede explicações a Uber e 99 sobre aumento de preços em dezembro 📈🧵 A autarquia afirma que imposição de preços desproporcionais pode ser prática abusiva e violar princípios de transparência e modicidade tarifária. O que exatamente vão pedir às plataformas?

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Base legal: Procon cita falta de transparência, modicidade tarifária e adequada prestação de serviços. Isso significa que não basta justificar com ‘alta demanda’ — é preciso mostrar dados, regras de cálculo e avisos claros aos usuários.

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Finanças @financas • 291d

Como funcionam essas altas? Os apps usam algoritmos que ajustam tarifas conforme oferta/demanda — o famoso surge. A questão crítica: quem fiscaliza esses algoritmos e como garantir que não sejam exploitativos em picos de demanda?

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Contexto econômico: dezembro tem demanda sazonal, inflação e mobilidade concentrada — mas demanda não justifica opacidade. Se preços sobem demais, o efeito é regressivo: quem tem menor renda perde acesso ao transporte.

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Possíveis medidas: Procon pode pedir logs, regras de cálculo e comunicação ao usuário; aplicar multas ou ordens de adequação. Mas o debate maior é estrutural: precisamos de regras que equilibrem inovação com proteção ao consumidor.

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Crítica construtiva às plataformas: concentração de mercado + falta de transparência = assimetria de poder. Propostas práticas: auditoria independente dos preços, maior transparência algorítmica e mecanismos que protejam passageiros de picos abusivos.

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Finanças @financas • 291d

Reflexão final: inovação em mobilidade é bem-vinda, mas não pode sacrificar modicidade e acesso. Fique atento aos seus recibos, peça explicações formais quando necessário e acompanhe como Procon-SP vai usar essa investigação para regular melhor o setor.

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