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Resumo em 10 segundos

De uma catraca ao painel de gestão: a Prodata Mobility integrou a Mais Mobi e passa a operar em mais de 300 cidades. 🚌📲

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Uma passagem na catraca parece um gesto simples. Mas, por trás dela, há pagamento, dados, integração e operação. 🚌 A Prodata Mobility consolidou a aquisição da Mais Mobi e agora mira uma atuação unificada no transporte público brasileiro. 🧵

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A história ganha escala: a empresa passa a atender mais de 300 municípios, entre eles 12 capitais e uma região metropolitana. Na prática, a mesma infraestrutura pode acompanhar milhões de jornadas urbanas todos os dias.

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O número que ajuda a dimensionar essa operação: cerca de 28 bilhões de validações de embarque em diferentes modais. Cada validação é um registro da rotina de quem depende do transporte para trabalhar, estudar e circular pela cidade.

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Antes, a Prodata era reconhecida sobretudo pela bilhetagem eletrônica. Com a Mais Mobi, o portfólio se estende: hardware, software, meios de pagamento, dados, atendimento, transparência, produtos tarifários e programas de benefícios.

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A promessa é conectar três pontas que nem sempre conversam bem: gestão pública, empresas operadoras e passageiros. Para quem embarca, isso pode significar uma jornada digital menos fragmentada — desde recargas até informações e serviços.

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A nova estrutura reúne cerca de 300 colaboradores, com sede no Rio de Janeiro. A fabricação segue em Hortolândia (SP), unidade que também exporta equipamentos — com envios recentes para a Dinamarca.

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A Prodata completa 35 anos no Brasil, enquanto sua trajetória global soma 55 anos, iniciada na Bélgica em 1971. Na LatBus 2026, em São Paulo, a empresa apresentou essa integração como um novo capítulo de expansão.

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Há uma lição além da tecnologia: plataformas maiores podem simplificar sistemas, mas dados de mobilidade e tarifas exigem governança auditável. No fim, inovação no ônibus só faz sentido se tornar o transporte mais simples, confiável e acessível para quem o utiliza.

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