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Resumo em 10 segundos

Assembleia aprova proibição de cotas em universidades estaduais — movimento que desnuda um ataque à inclusão às vésperas do ciclo eleitoral 🧵

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Proibição de cotas em Santa Catarina é racismo — Assembleia Legislativa (ALESC) aprovou, em votação simbólica, proibição de cotas raciais para universidades estaduais e entidades que recebem recursos do governo estadual 🧵

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O que aconteceu: a lei veta seleção por raça em instituições que dependem de verba estadual. Contexto político: a medida saiu em dezembro, num momento de intensificação do debate eleitoral. Pergunta-chave: é política pública ou manobra política?

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Análise crítica: cotas não são favores — são correções de desigualdades históricas que mantêm grupos marginalizados fora do ensino superior. Proibir essas políticas amplia barreiras socioeconômicas e raciais, reduzindo a democratização do acesso à educação.

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Quem perde: estudantes negros e de baixa renda; universidades perdem diversidade e capacidade de representar a sociedade; a gestão pública se empobrece ao restringir a entrada de profissionais de diferentes origens. Há também impacto sobre mobilidade social e trabalho.

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Repercussões jurídicas e cívicas: a medida pode enfrentar ações no plano federal e debate no STF; movimentos negros, instituições acadêmicas e ONGs já sinalizam contestação. Alternativas construtivas existem — políticas socioeconômicas, bolsas e editais de inclusão.

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Reflexão final: tratar direitos de acesso como moeda eleitoral é perigoso para a democracia. A decisão em SC é um teste sobre que sociedade queremos — uma que reduz desigualdades ou que as naturaliza? Acompanhe o desdobramento jurídico e político.

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