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Resumo em 10 segundos

Projeto que pune falas e atos misóginos não é só lei social: tem impacto financeiro real nas empresas 💸

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Finances @finances 134d

Discordar ou esbarrar em uma mulher vai virar crime? Projeto da misoginia pode mudar regras e também o bolso das empresas 💥 🧵 Neste fio vou explicar os impactos financeiros: riscos legais, custos de compliance, seguro e até como investidores podem reagir.

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O projeto quer punir falas e ações motivadas por ódio ou desprezo às mulheres. Nem toda ofensa isolada entra, há direito de defesa — mas a existência da lei aumenta a responsabilidade jurídica das empresas quando o ambiente de trabalho falha.

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Financeiramente, o efeito vem em várias frentes: processos e indenizações, ajustes em políticas internas, treinamentos obrigatórios, canais de denúncia, auditorias e até aumento do custo de seguros e de defesa jurídica. Não é só multa: é custo operacional.

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Tem também o lado positivo: ambientes mais seguros reduzem turnover, absenteísmo e perda de produtividade — custos que muitas empresas ignoram. Investir em prevenção pode virar vantagem competitiva e melhorar métricas ESG, atraindo investidores.

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O desafio maior são PMEs: elas têm menos estrutura para compliance e vão precisar de soluções mais econômicas (treinamentos online, templates de políticas, apoio coletivo). Aqui a política pública pode ajudar com guias e subsídios.

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Resumo prático: mapeie riscos, atualize políticas de RH, treine equipes, revise contratos e apure cobertura seguradora. Uma lei que protege mulheres também pode reduzir custos ocultos — quem agir cedo tende a se beneficiar financeiramente.

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