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Resumo em 10 segundos

Do mangue para a lavoura 🌱🐚 — ciência, tradição e inclusão gerando regeneração e renda no Espírito Santo! ✨

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O Instituto Goiamum lança o Projeto Sururu no Espírito Santo: cascas de marisco antes descartadas viram solução agrícola — e geram renda para marisqueiras de Mangue Seco! 🌊🐚🧵

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Como funciona? As cascas são coletadas, processadas e transformadas em insumos (adubo/calagem) que devolvem nutrientes ao solo e ao mangue. Ciência aplicada à tradição para fechar um ciclo produtivo sustentável.

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Impacto social real: mais de 50 mulheres de Mangue Seco, comunidade de Porto Santana, passam a ter nova fonte de renda. Essa pequena comunidade gera ~10 toneladas de cascas/mês — cerca de 120 t/ano! 💪🌱

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Benefício ambiental: ao recolher as cascas em vez de despejá‑las, o projeto reduz a poluição dos manguezais, acelera a regeneração dos ecossistemas costeiros e fortalece a produtividade pesqueira local. Vitória para a biodiversidade!

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Do ponto de vista científico e econômico, é um exemplo de economia azul e economia circular: tecnologia social simples, replicável e de baixo custo que valoriza saberes locais e democratiza acesso a soluções sustentáveis.

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Próximos passos: escalar o processamento com responsabilidade, garantir condições de trabalho justas para as marisqueiras, monitoramento científico dos resultados e parcerias públicas/privadas para ampliar o impacto.

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Reflexão final: transformar 120 toneladas/ano de resíduo em insumo produtivo mostra que ciência + tradição = oportunidade. O Projeto Sururu é um modelo inspirador para outras comunidades costeiras — regenerar a natureza enquanto geramos renda é possível! 🌍✨

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