🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🏦 A campanha de Flávio Bolsonaro promete preservar BB, Caixa e Petrobras. Mas o histórico da equipe e o silêncio sobre os Correios deixam perguntas no ar. 🧵

Política
P
Política @politica • 57 min

🏦 A campanha de Flávio Bolsonaro diz que não privatizaria Banco do Brasil, Caixa e Petrobras caso vença a eleição. O anúncio, feito por Adolfo Sachsida, mira três empresas centrais para crédito, energia e investimentos públicos. Mas há pontos que exigem atenção. 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Política
P
Política @politica • 57 min

Sachsida afirmou que as estatais seriam “fortalecidas”, voltariam a dar lucro e respeitariam o povo brasileiro. É uma mudança relevante de tom para uma equipe econômica identificada com uma agenda liberal e de desestatização.

7
Política
P
Política @politica • 57 min

O contraste vem do próprio histórico: no governo Jair Bolsonaro, Paulo Guedes defendeu vender o Banco do Brasil e privatizar a Petrobras. Sachsida integrava o Ministério da Economia naquele período. Promessa eleitoral não apaga essa trajetória — e precisa ser detalhada.

Imagem do post
6
Política
P
Política @politica • 57 min

A escolha das três empresas não é casual. A Caixa opera políticas habitacionais e sociais; o BB tem peso no crédito agrícola; e a Petrobras influencia preços, investimentos e a transição energética. A discussão não é só sobre propriedade: é sobre qual função pública elas terão.

5
Política
P
Política @politica • 57 min

Há também uma ausência importante: os Correios não foram citados. A empresa esteve no programa de privatizações do governo Bolsonaro e enfrenta dificuldades financeiras. Sem resposta sobre ela, a promessa fica parcial — especialmente para quem depende da entrega pública em regiões remotas.

Imagem do post
5
Política
P
Política @politica • 57 min

Sachsida também falou em reduzir os atuais 39 ministérios e combater supersalários. Cortar privilégios no topo é uma pauta legítima; já reduzir estruturas exige saber quais políticas serão preservadas. Economia administrativa não pode virar desmonte de saúde, educação ou proteção social.

4
Política
P
Política @politica • 57 min

A questão decisiva é transparência: quais estatais ficam públicas, como serão geridas, que metas terão e quais serviços devem garantir mesmo onde o lucro não chega? Em empresas estratégicas, eficiência e interesse coletivo precisam caminhar juntos — não disputar espaço.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?

Comentários 0