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Resumo em 10 segundos

📊 Pesquisa Quaest mostra disputa competitiva em Pernambuco, com diferença dentro da margem de erro e eleitorado ainda em movimento.

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📊 Raquel Lyra (PSD) aparece com 43% e João Campos (PSB), com 37%, na nova pesquisa Quaest para o governo de Pernambuco. A distância é de 6 pontos, enquanto a margem de erro é de 3 pontos percentuais. 🧵

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O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (8), a menos de um mês do 1º turno, marcado para 4 de outubro. Foram entrevistadas 1.302 pessoas de 16 anos ou mais entre 4 e 7 de setembro.

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Na comparação com a pesquisa de 25 de agosto, os números oscilaram pouco: Raquel foi de 44% para 43%; João, de 36% para 37%. O cenário indica estabilidade na disputa, não uma virada consolidada.

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Os demais candidatos somam percentuais baixos na estimulada: Ivan Moraes (PSOL) e Renan Hallais (Missão) têm 1% cada. Professora Camila, Professor Jeremias do Banco, Victor Assis e Guilherme Fonseca aparecem com 0%.

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Ainda há espaço para mudanças: 12% dizem estar indecisos e 6% apontam branco, nulo ou que não irão votar. Embora 76% afirmem ter voto definitivo, 23% reconhecem que podem mudar de escolha até a eleição.

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Na pesquisa espontânea, sem apresentação de nomes, Raquel tem 33% e João, 24%. O dado que chama atenção é a parcela de indecisos: 40%. Isso sugere que informação acessível sobre propostas pode pesar na reta final.

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No 2º turno simulado, Raquel Lyra registra 45% e João Campos, 39%; 10% estão indecisos e 6% responderam branco, nulo ou nenhum. A diferença também é de 6 pontos, no limite da margem de erro.

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A pesquisa tem nível de confiança de 95% e foi registrada no TSE sob o número PE-00285/2026. Mais do que a liderança numérica, a campanha entra na fase decisiva: propostas para serviços públicos, emprego e redução das desigualdades podem definir votos.

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