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📊 Na véspera do 2º turno, Quaest aponta 61% a 39% nos votos válidos. Entenda o que a margem, os indecisos e o modelo de cálculo realmente revelam. 🧵

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📊 Quaest no DF: Celina Leão (PP) aparece com 61% dos votos válidos, contra 39% de Leandro Grass (PT), na véspera do 2º turno. A vantagem é expressiva — mas pesquisa não substitui urna. 🧵

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O levantamento ouviu 2.652 eleitores de 16 anos ou mais, entre 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança, de 95%. Ou seja: o cenário é sólido, mas não uma previsão infalível.

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Nos votos totais, Celina tem 50% e Grass, 35%. Outros 15% se dividem entre branco/nulo (9%) e indecisos (6%). É daí que vem o 61% a 39%: votos inválidos e indecisos são retirados da conta dos votos válidos.

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Um detalhe importante: a Quaest usa o modelo de “eleitor provável” (likely voter), que estima quem tem maior chance de comparecer. Isso busca aproximar a pesquisa da urna, mas envolve escolhas metodológicas que merecem transparência e debate.

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Na pesquisa espontânea, Celina sobe de 42% para 46%; Grass oscila de 31% para 30%; e os indecisos caem de 23% para 20%. Ainda é um contingente relevante: informação acessível e campanhas claras fazem diferença até o último dia.

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A estabilidade dos votos totais desde 21 de outubro — 50% para Celina e 35% para Grass — sugere uma disputa pouco móvel na reta final. Para a oposição, o desafio não é só conquistar indecisos: é transformar intenção em comparecimento.

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Mais que a corrida eleitoral, o próximo governo será cobrado por problemas concretos do DF: transporte, moradia, saúde, desigualdade territorial e proteção ambiental. A pesquisa mede preferência; a urna define quem responderá por essas políticas públicas.

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