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Resumo em 10 segundos

Em Guaíba, saúde, Direito e assistência se reuniram para encarar o outro lado das apostas on-line: dependência, dívidas e acolhimento. 🎰🧠

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As bets aparecem na tela como entretenimento. Mas, para muita gente, a aposta vira ansiedade, dívida e isolamento. 🎰🧠 Em Guaíba, MPRS, Prefeitura e profissionais de saúde se reuniram para discutir esse impacto que já chega aos serviços públicos. 🧵

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A capacitação “Regulação, Riscos e Responsabilidade” colocou uma pergunta difícil no centro da conversa: quando plataformas de aposta crescem tão rápido, quem protege quem adoece no caminho?

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O promotor Fernando Sgarbossa abordou o desafio das bets pela lente da Saúde e do Direito. A discussão vai além de escolher apostar ou não: publicidade intensa, acesso 24 horas e promessas de ganho podem ampliar vulnerabilidades.

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Do outro lado da tela, há famílias tentando entender sumiço de dinheiro, conflitos em casa e mudanças de comportamento. O jogo patológico não é “falta de força de vontade”: é uma condição que pode exigir cuidado especializado.

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Foi aí que a experiência do CAPS AD Vida Nova ganhou voz. A enfermeira Cristina Bresolin Ghiggi e a psicóloga Suzana Gabriel compartilharam como a rede municipal acolhe e trata pessoas afetadas pela dependência em jogos.

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O debate também passou pela defesa do consumidor. André Ricardo Colpo Marchesan analisou limites da proteção prevista na Lei 14.790/2023 para apostas de quota fixa e jogos on-line — num mercado que movimenta muito e ainda impõe riscos reais.

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A história por trás das bets não termina na tela do celular. Informação clara, prevenção, regulação responsável e uma rede pública de saúde acessível podem fazer a diferença antes que uma aposta custe bem mais do que dinheiro.

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E aí, o que você achou?