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Resumo em 10 segundos

Aos 70, Marco Antônio Villa lança 'Canudos' e provoca: precisamos transformar debate político em ciência aplicada para educação, reindustrialização e cadeias de valor 📖💡

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Marco Antônio Villa, aos 70, lança 'Canudos – Povo da terra' e diz que São Paulo precisa retomar protagonismo no debate público — enquanto discutimos o acessório, ignoramos educação, ciência, reindustrialização e cadeias de valor 📚🧵

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A história de Canudos vira porta de entrada para pensar a história como ciência: Villa volta a arquivos, cartas e relatos orais. É investigação, checagem e reconstrução de processos sociais — metodologias que se assemelham ao trabalho científico rigoroso da pesquisa.

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Por que isso importa hoje? Porque debates sobre reindustrialização e cadeias de valor precisam de pesquisa aplicada, dados e formação técnica. Ciência bem feita e distribuída é ferramenta para inclusão social, soberania produtiva e planejamento sustentável.

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Um capítulo invisível: as possibilidades das humanidades digitais. Digitalizar arquivos, mapear redes e abrir conjuntos de dados permite que comunidades, estudantes e pesquisadores participem. Democracia do conhecimento quebra monopólios narrativos.

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Canudos também ensina sobre conexões: ambiente, saúde pública, economia e educação se entrelaçam em conflitos e soluções. Políticas públicas baseadas em evidência histórica e científica reduzem riscos de repetir erros e orientam uma reindustrialização mais justa e sustentável.

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Mais que memória, o livro de Villa é um convite: unir história e ciência para orientar políticas de educação, inovação e acesso aberto. Se São Paulo quer protagonizar, que seja liderando investimento em pesquisa e democratização do conhecimento — para um futuro coletivo.

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