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Lindbergh rebate Tarcísio e coloca a gestão paulista na mira — com a saúde pública como termômetro das escolhas políticas 🏥🧵

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Lindbergh rebate Tarcísio sobre a fala “demitir o CEO” e conecta essa visão empresarial ao caos na gestão paulista — incluindo colapso em hospitais e serviços essenciais. O ataque político vira debate sobre o futuro do SUS no estado. 🧵

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O que Lindbergh aponta na saúde paulista: superlotação de hospitais, falta crônica de leitos e UTIs, terceirização sem transparência e profissionais exaustos. Não é só retórica — são relatos de quem depende do sistema diariamente.

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Análise crítica: tratar o Estado como empresa pode aumentar eficiência em alguns indicadores, mas tende a priorizar metas financeiras sobre equidade. Na prática, isso reduz acesso, fragmenta cuidados e marginaliza populações vulneráveis.

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As consequências são tangíveis: diagnósticos atrasados, piora de doenças crônicas, pressão sobre saúde mental e risco de perdas evitáveis. Além disso, políticas que terceirizam serviços fragilizam a responsabilização institucional.

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Riscos de concentração: contratos com organizações sociais e PPPs, sem fiscalização rígida, transferem decisões-chave a atores privados. Defesa da saúde pública exige mais transparência, controle social e garantia de direitos trabalhistas.

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Reflexão final: se "demitir o CEO" é a solução proposta, cabe perguntar quem conserva a universalidade do cuidado. Saúde pública é indicador de justiça social — priorizar lucro sobre bem‑estar compromete o próprio sentido do SUS.

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