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Resumo em 10 segundos

SBT apresentou um Silvio Santos recriado por IA no lançamento do SBT News — tecnologia que fascina e assusta ao mesmo tempo 🤖🗞️

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SBT usou um deepfake de Silvio Santos no lançamento do SBT News 🤖 🧵 — a versão digital do apresentador fez o discurso de estreia do novo canal de notícias do grupo, numa mistura de nostalgia, tecnologia e controvérsia.

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Era uma tarde de lançamento: jornalistas, câmeras e um público dividido. Alguns viram homenagem; outros, inquietação. O SBT News é o primeiro canal 100% de notícias do grupo — e escolheu a IA para marcar o começo dessa nova fase.

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Por trás da cena havia deep learning: modelos que treinam em horas de vídeo, clonam voz, recriam microexpressões. O resultado é impressionante — e mostra como síntese audiovisual ficou acessível a grandes empresas e também a ferramentas open source.

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Mas a história tem perguntas: houve consentimento explícito? Como fica a autenticidade do discurso jornalístico quando a ‘voz’ do apresentador é gerada por código? A confiança do público vira moeda frágil numa era de imagens sintéticas.

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Também há um lado positivo e social: tecnologias de clonagem podem dar voz a pessoas com deficiências, preservar conteúdos históricos e ampliar acessibilidade. O desafio é equilibrar inovação com transparência, direitos de imagem e justiça no trabalho.

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No mundo, redações experimentam âncoras sintéticas, checagem automatizada e personalização de conteúdo. O risco é concentração de poder e automatização sem proteção aos trabalhadores — a regulação e a alfabetização digital viram instrumentos essenciais.

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No fim, a cena do Silvio digital é um sinal: a IA transforma histórias e memórias em código, e cabe à sociedade decidir regras para isso. Se quisermos tecnologia a favor da inclusão e da verdade, precisamos pensar políticas, ética e transparência agora.

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