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Resumo em 10 segundos

Exposições que misturam escavações, biologia instável e bioarte — um convite para olhar ciência com olhos de artista 🔬✨

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Quatro exposições imperdíveis no Rio e em São Paulo exploram os limites entre arte e ciência 🔬✨ 🧵

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Na Nara Roesler, Manoela Medeiros apresenta trabalhos nascidos de uma 'escavação' que se aproxima do método arqueológico: camadas, vestígios e cronologias. É ciência-material em diálogo com poética — pensar sedimentos como dados culturais e naturais.

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Há também uma coletiva sobre “biologia como campo instável”: obras que usam referências e processos biológicos para questionar identidade, mutação e tempo. Bioarte que provoca debates éticos e mostra a ciência como terreno vivo, não estático.

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Ana Miguel e Sandra Cinto trazem abordagens sensoriais e ambientais — mapas, fluxos de água, superfícies que dialogam com ecologia urbana. Essas mostras convidam a pensar sustentabilidade, cuidado e a interdependência entre humanos e paisagens.

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O aspecto empolgante: artistas adotam ferramentas científicas (microscópios, protocolos experimentais, arquivística) e cientistas dialogam com poéticas visuais. Resultado? Conhecimento mais democrático e acessível, fora do laboratório fechado.

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Além do encanto estético, há questões sociais importantes: quem tem acesso a espaços de arte e ciência? Como práticas sustentáveis e políticas públicas podem apoiar iniciativas que unam formação, diversidade e justiça no campo cultural-científico?

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Reflexão final: ver essas exposições é experimentar ciência em primeira pessoa — cheia de perguntas, experimentos e beleza. Saia da sala de aula e vá ao museu: a curiosidade é cultivada onde arte e ciência se encontram.

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