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Resumo em 10 segundos

Teorias de Miguel Nicolelis ganham forma em arte na Fiesp: entenda Brainet, o exoesqueleto e como a arte traduz neurociência para o público 🎨🧠

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Exposição na Fiesp traz teorias do neurocientista Miguel Nicolelis para a arte 🎨🧠🧵 Três grandes obras explicam a Brainet, há trechos de entrevistas e o exoesqueleto usado em 2014 — a ciência saindo do laboratório e virando experiência pública.

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O que é Brainet? Explicando simples: é a ideia de que cérebros humanos podem se conectar em rede via sinais neurais. Em vez de pensar no cérebro isolado, a Brainet vê múltiplos cérebros colaborando para uma tarefa comum — como uma 'internet' neural.

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Como isso funciona tecnicamente? Sensores captam padrões elétricos do cérebro, algoritmos traduzem esses padrões em sinais digitais, e esses sinais são compartilhados com outros cérebros ou máquinas. Em laboratório, grupos coordenaram decisões com esse fluxo de informação.

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O exoesqueleto é uma parte concreta dessa pesquisa. Desenvolvido com participação de Nicolelis, ele converte comandos neurais em movimento, permitindo que pessoas com paraplegia recuperem ações motoras. Foi uma das peças exibidas na Copa de 2014 e agora está na mostra.

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Por que usar arte para explicar ciência? Antonio Curti e Felipe Sztutman dizem que a arte traduz conceitos teóricos para mídias acessíveis. Isso amplia o entendimento público, estimula debate sobre usos e riscos, e ajuda a democratizar o acesso ao conhecimento científico.

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Reflexão final: a interseção entre arte e neurociência amplia possibilidades em reabilitação, educação e tecnologias assistivas — mas só será benéfica se vier acompanhada de transparência, políticas públicas e acesso equitativo. A exposição convida a imaginar uma ciência mais aberta.

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