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Resumo em 10 segundos

🌡️ Em Ponta Porã, profissionais do SUS vão se preparar para os riscos do El Niño — do calor extremo à dengue.

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🌡️ Quando o calor aperta, a chuva muda de ritmo e a fumaça ocupa o ar, a saúde sente primeiro. Ponta Porã realiza nesta quinta (24) uma capacitação sobre os impactos do El Niño na população. 🧵

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A partir das 8h30, no Parque Tecnológico Internacional, profissionais das áreas urbana e rural vão discutir um desafio que já bate à porta dos serviços de saúde: como cuidar das pessoas quando o clima se torna extremo.

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Na pauta, um roteiro de riscos que se conectam: temperaturas elevadas, estiagem, queimadas e chuvas intensas. Cada evento pode mudar a rotina das famílias — e também o perfil de doenças que chegam às unidades de saúde.

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Nesse cenário, Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias ocupam uma posição decisiva. São eles que entram nas comunidades, escutam sinais de alerta e podem identificar, antes de um surto, onde a proteção precisa chegar.

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A dengue é uma das preocupações. Alterações de temperatura e chuva podem influenciar a dinâmica do mosquito transmissor. Detectar focos e sintomas cedo ajuda a transformar vigilância em cuidado, especialmente nos bairros mais expostos.

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O calor extremo também não atinge todos por igual. Idosos e pessoas com doenças crônicas exigem atenção reforçada, assim como quem vive ou trabalha sob sol intenso, fumaça e pouca disponibilidade de água. Prevenção precisa alcançar cada território.

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A capacitação reúne Prefeitura, Secretaria de Estado de Saúde, Ministério da Saúde e SUS para preparar também as UBS: estruturas, protocolos e atendimento precisam continuar funcionando em temporais, estiagens ou ondas de calor.

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A história começa antes da emergência: com equipes treinadas, informação chegando às casas e um SUS preparado para antecipar riscos. Adaptar a saúde ao clima é, no fim, proteger pessoas quando elas mais precisam.

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