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Resumo em 10 segundos

Recesso, recorde de emendas e prioridades do governo empacadas — uma história sobre poder, eleições e quem paga o preço 🇧🇷🧩

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Com eleições e recorde de emendas, apoio a Lula recua no Congresso 🧵 O recesso começou no sábado, 18 — e só volta em 10 de agosto. Projetos como o fim da escala 6x1 e a regulamentação da IA e dos mercados digitais estão parados. Essa é a primeira cena dessa história.

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O levantamento mostra que, em vez de votar prioridades, o Congresso viveu um festival de emendas: mais recursos, mais barganha. Em poucos meses, a base de apoio encolheu — não só por política, mas por cálculo eleitoral.

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Por trás do jargão: o fim da escala 6x1 mexe com a vida de trabalhadores; a regulação de IA e mercados digitais influencia desde o emprego até o acesso a serviços. Projetos travados significam decisões adiadas sobre quem ganha e quem perde.

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A eleição no horizonte muda incentivos. Parlamentares priorizam costurar votos e liberar emendas para bases locais — o esforço concentrado vira corrida contra o relógio político. Resultado: temas estruturantes ficam à margem do debate público.

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Imagine a história por trás dos números: uma enfermeira que troca plantões exaustivos por sonho de escala justa; uma startup que quer regras claras para competir com gigantes; uma escola pública esperando políticas digitais inclusivas. Todas presas pelo mesmo impasse.

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O vácuo legislativo alimenta concentração de poder e inércia regulatória. Sem regras, grandes plataformas ganham vantagem, trabalhadores mantêm jornadas injustas e a democratização do acesso à tecnologia fica em segundo plano. Há custo social real nessa espera.

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Conclusão: o recesso não é só calendário — é escolha política com efeito concreto. Se a agenda prioritária não avança, a próxima rodada de decisões será decidida fora do debate público que deveria priorizar justiça social, transparência e futuro sustentável.

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