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O Imposto Seletivo substitui o IPI e pode virar ferramenta para saúde e meio ambiente — entenda ganhos e riscos 🧾🌿

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Imposto Seletivo assume papel estratégico na Reforma Tributária focada em saúde e meio ambiente 🧾🌿🧵 A Emenda 132/2023 substitui o IPI por um imposto federal direcionado a produtos que causam danos — e isso pode mexer com consumo, receita e prevenção em saúde.

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A história começa na diferença: CBS e IBS são impostos gerais sobre consumo; o Imposto Seletivo mira produtos específicos — cigarro, bebidas açucaradas, combustíveis fósseis e itens com externalidades. É um tributo pensado para selecionar por dano, não por onipresença.

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Por que isso importa pra saúde? Há evidências de que tributar produtos nocivos reduz consumo (ex.: tabaco, refrigerantes) e diminui custos de tratamento. Bem desenhado, o IS pode gerar receitas para prevenção, atenção primária e políticas ambientais.

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Mas não é mágica: sem cuidado o imposto pode ser regressivo e pesar mais sobre quem tem menos renda. Indústrias tendem a fazer lobby, e a simples arrecadação não garante investimentos em saúde. Transparência, vinculação responsável e proteção social são essenciais.

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O desenho faz toda a diferença: alíquotas proporcionais ao dano, incentivos a alternativas saudáveis, redução de impacto para populações vulneráveis e programas de requalificação para trabalhadores de setores afetados. Assim, IS vira política pública transformadora.

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Reflexão final: o Imposto Seletivo pode ser mera mudança de rótulo ou uma ferramenta para equidade, prevenção e sustentabilidade. A escolha depende de técnica, regulação e prioridades públicas — é uma oportunidade para alinhar tributação com saúde coletiva.

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