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Estudo com 469 mil meninas e mulheres mostra que dores menstruais quase desaparecem dos prontuários do SUS — e isso dói além do físico 😟📊

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Estudo com mais de 469 mil meninas e mulheres mostra algo chocante: dores menstruais e pélvicas quase não aparecem nos registros do SUS 😳🧵

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Os pesquisadores cruzaram uma base enorme do SUS e viram que, mesmo sendo comum entre jovens e crianças, a dor menstrual costuma sumir dos códigos médicos — muitas vezes fica só em anotações livres ou códigos genéricos. Resultado: subnotificação e invisibilidade clínica.

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Isso não é só estatística. Quando a dor não é bem registrada, diagnósticos como endometriose demoram; quem sofre perde aula ou trabalho e ainda leva um peso na saúde mental. Menstruar com dor e ficar ‘invisível’ é dupla punição.

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Por que isso acontece? Tem estigma envolvido, falta de protocolos claros e pouco treinamento na atenção primária. Profissionais às vezes registram sintomas vagos em vez de usar categorias específicas — aí a condição some do mapa epidemiológico.

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O caminho é prático: adotar códigos mais precisos nos prontuários, capacitar equipes de saúde, criar fluxos de encaminhamento e ampliar acesso a exames diagnósticos na rede pública. Políticas públicas e investimento fazem diferença real.

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Dicas pra quem sofre: registre sua dor (quando começa, quanto dura, se atrapalha rotina), peça encaminhamento médico e segunda opinião se necessário. Na escola ou trabalho, informe e solicite adaptações quando precisar — saúde menstrual é direito.

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Invisibilidade não é só silêncio nos prontuários: é vida afetada. O SUS pode (e deve) melhorar registro e acolhimento pra que ninguém precise enfrentar dor na solidão. Pense nisso — subir a conversa já é parte da mudança.

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