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#Talibã#Herat#Afeganistão#direitos das mulheres#economia afegã#comércio local#restrição de vestimenta#mercado informal#impacto econômico#direitos humanos
4h atrás 18 visualizações
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Talibã aperta código de vestimenta; mulheres fogem das ruas de Herat e o comércio despenca 🧵 Lojistas relatam queda abrupta de clientes depois da repressão a “violações” — ruas vazias, vitrines cheias e renda que some.

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A cena muda rápido: lojas que antes viviam de consumidoras — roupas, cosméticos, cafés — agora fecham mais cedo. Donas de negócio contam que o movimento caiu de forma drástica, e a cidade sente o impacto no dia a dia.

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Não é só faturamento: empregos e salários também estão ameaçados. Trabalhadoras informais e microempreendedoras, que dependem do espaço público para vender ou consumir, ficam sem renda — e as famílias sentem o efeito.

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Algumas mulheres tentam adaptar: vendas por redes pessoais, trabalho em casa, trocas informais. Mas essas alternativas raramente substituem o mercado aberto — e aprofundam desigualdades para quem já é mais vulnerável.

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Especialistas avisam que medidas de controle social viram choque econômico: redução do consumo, circulação de capital menor e impacto sobre serviços. A solução passa por políticas que protejam mobilidade, trabalho e dignidade.

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Herat é um exemplo cru de como decisões sobre o corpo e o espaço público reverberam na economia. Cada rua vazia representa rendas perdidas e oportunidades que se fecham. Resta a pergunta: como reconstruir inclusão e sustento?

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