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Resumo em 10 segundos

Dois tomógrafos do Walfredo Gurgel pararam de novo — pacientes transferidos, mais de 100 exames em outro hospital e a pergunta: quem arca com essa falha? ⚠️🏥

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Dois tomógrafos do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, principal unidade do RN, pararam de funcionar — é a segunda vez em menos de um mês. Pacientes e profissionais sentem o impacto. O que está por trás dessa falha? 🏥🔧 🧵

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A Sesap confirmou que os aparelhos estão em conserto desde segunda (13) e que um deles poderia voltar a funcionar ainda na terça. Enquanto isso, pacientes são deslocados ao Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim — que já fez mais de 100 tomografias desde domingo.

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No centro dessa história está Damião, 80 anos: atropelado enquanto pedalava em Campo Redondo, foi atendido no hospital municipal e precisava de tomografia para avaliar traumas. A fila, a transferência e a espera mostram o lado humano da falha técnica.

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Tomógrafos não são luxo — são essenciais para AVCs, traumas e diagnósticos oncológicos. Quando dois aparelhos saem do ar, além do risco clínico, vem a sobrecarga em outras unidades, atrasos e mais deslocamentos para quem já tem pouca mobilidade.

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O problema expõe fragilidades: falta de manutenção preventiva, contratos de assistência técnica instáveis e concentração de equipamentos em poucos centros. Profissionais trabalham além da conta; a solução passa por investimento público e planejamento regional.

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Mais de 100 exames em outro hospital mostram resiliência, mas não substituem prevenção. Quando um tomógrafo quebra, quem paga é o paciente — especialmente idosos e vulneráveis. Que essa repetição sirva de alerta para políticas que garantam acesso digno e continuado.

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