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Resumo em 10 segundos

Vídeo mostra carro andando na calçada em Búzios — e isso não é só falta de educação no trânsito, tem custo pro bolso do município e pro comércio 🧾🚶‍♀️

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Carro sobe na calçada em Búzios e o vídeo viralizou 😳🧵 A Prefeitura diz que reforçou ordenamento e monitoramento no feriado — mas o que esse episódio custa pra cidade, pro comércio e pro bolso de todo mundo?

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Preço direto: consertar passeio, sinalização e eventuais danos custa dinheiro público. Preço indireto: turistas assustados, comércio que perde clientes, e a reputação da cidade afetada. Em destinos como Búzios, isso vira conta pro setor público e privado.

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A prefeitura falou em reforçar fiscalização — isso também tem custo (horas extras, tecnologia, equipe). Multas geram receita, mas muitas vezes não cobrem o gasto com fiscalização e reparos. Investir em prevenção pode sair bem mais barato no longo prazo.

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Também tem o lado social: quem costuma arriscar na calçada muitas vezes quer economizar tempo (entregadores, motoristas pressionados). Aplicar multas sem políticas alternativas pode aprofundar desigualdades. Solução inteligente = fiscalização + infraestrutura e alternativas.

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Transparência importa: receitas de multas precisam ser claras e preferencialmente revertidas em obras que melhorem segurança e mobilidade (calçadas acessíveis, ciclovias, fiscalização eficiente). Isso gera valor econômico e inclusão social ao mesmo tempo.

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O que moradores e comerciantes podem fazer na prática: registrar incidentes, cobrar planos de ação da prefeitura, pedir transparência sobre gastos com fiscalização e priorizar iniciativas que recuperem a rua pra pedestres — isso também ajuda a economia local a florescer.

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Reflexão final: cada calçada destruída é dinheiro público desperdiçado e oportunidade de renda perdida. Investir em prevenção, mobilidade inclusiva e fiscalização transparente rende mais que só multar depois do estrago. Vale repensar prioridades.

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