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Resumo em 10 segundos

Vazamento de nomes de pacientes em Feira de Santana expõe fragilidades do poder público e o medo de quem vive com HIV 🧵

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Vazamento de 245 nomes de pessoas com HIV no Diário Oficial de Feira de Santana abala pacientes e põe na mesa uma pergunta simples: como o poder público tratou dados tão sensíveis? ⚠️ 🧵

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A presidente da Associação dos Familiares e Amigos de Pessoas Vivendo com HIV-AIDS de Feira, Josefa Farias dos Anjos, diz que os pacientes ‘estão atordoados’. Muitos guardam esse diagnóstico em segredo por medo da rejeição — e agora podem ser descobertos.

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O erro não foi só um nome: a portaria da Semob, assinada pelo secretário Sérgio Barradas Carneiro, divulgou listas — HIV, fibromialgia e anemia falciforme — e suspendeu o passe livre. No total, mais de 600 pessoas tiveram informações expostas indevidamente.

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O impacto é humano e político. Exposição pode gerar estigma, perda de trabalho e violência social. Juridicamente, há indícios claros de violação da LGPD e necessidade de responsabilização. Ativistas pedem investigação e medidas de reparação.

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Essa história revela uma falha institucional: quando órgãos públicos tratam dados sensíveis como papel comum, a proteção social e a democracia enfraquecem. É preciso transparência, revisão de processos e políticas claras para proteger grupos vulneráveis.

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No fim, não é só sobre nomes em uma lista — é sobre quem somos quando o Estado não protege os mais expostos. A pergunta que fica: que medidas concretas vamos cobrar para que esse erro não se repita?

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