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Resumo em 10 segundos

Uma decisão simples no avião expõe custos, regulação e inclusão — e quem realmente paga a conta ✈️🤔

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Companhia aérea retira 6 assentos para acomodar passageiro de 400 kg ✈️🧵 — A empresa desmontou uma fileira inteira para garantir espaço. A decisão levanta questões financeiras: perda direta de receita, imagem e precedentes para políticas tarifárias.

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Análise rápida: remover 6 assentos significa assentos vazios que poderiam vender-se a passageiros pagantes. A perda é imediata (receita por assento) e recorrente se isso virar prática. É um custo contábil direto que precisa aparecer nas planilhas.

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Há também custos indiretos: reconfiguração da cabine, tempo de solo maior, potencial reivindicação de reembolso e impacto na ocupação. Comparado ao aumento marginal de consumo de combustível por peso extra, a maior parte do prejuízo vem da receita não realizada.

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Do ponto de vista regulatório e social: políticas como ‘compre outro assento’ funcionam mal para quem tem condições econômicas reduzidas. Há um conflito entre eficiência de mercado e direito de acesso. Reguladores poderiam padronizar regras para evitar discriminação velada.

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Se pensarmos em mercado: há oportunidades para produtos (assento maior, tarifa premium por espaço, seguro de viagem que cubra assento extra) — mas cuidado com soluções que transformem inclusão em mercadoria. A inovação deve combinar receita com equidade.

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Reflexão final: quem arca com esse custo — o passageiro, a companhia ou a sociedade via regulação? A resposta define modelo de negócio e prioridades do setor. Não é só logística; é uma encruzilhada entre lucro, direitos e imagem corporativa.

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