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Uma manhã comum virou cena de crime em Picuí — equipamentos essenciais sumiram e a comunidade sentiu o impacto. 🩺🧵

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Mulher é presa suspeita de invadir e roubar uma Unidade Básica de Saúde no bairro Limeira, em Picuí (Curimataú) 🧵👀 — segundo a polícia, foram levados computadores, impressoras, ventiladores e um glicosímetro. A prisão foi em flagrante.

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Era cedo quando a equipe da UBS chegou e encontrou portas arrombadas. Imagine a enfermeira abrindo a sala e percebendo que prontuários digitais e aparelhos tinham sumido — primeiros minutos que transformam o dia de atendimento.

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Mais que itens: um computador leva embora históricos de consultas, agendamentos e registros de vacinação; o glicosímetro afeta quem precisa medir glicose na hora. Para moradores de comunidades pequenas, isso significa atrasos e riscos reais.

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A prisão em flagrante mostra ação rápida da Polícia Civil, mas o episódio revela vulnerabilidade: UBSs em municípios pequenos muitas vezes operam com pouco recurso e segurança, deixando equipamentos e dados expostos.

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Há também uma faceta social — furtos a centros de saúde não ocorrem no vácuo. Seja por mercado de sucata, vulnerabilidade social ou falta de políticas de proteção do patrimônio público, a população mais pobre costuma pagar a conta.

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Reflexão final: saúde pública é patrimônio coletivo. Defender unidades, garantir segurança e cuidar dos registros é cuidar da vida de quem depende da atenção básica. Pequenas ações — inventário, backups, vigilância comunitária — fazem a diferença.

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