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Resumo em 10 segundos

Mariana Goldfarb é a cara da nova campanha do MP-RJ sobre violência psicológica — e as redes sociais estão no centro dessa história. O que a tecnologia fez (ou deixou de fazer)? 🧠💥

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Mariana Goldfarb virou a cara da campanha do MP-RJ contra violência psicológica — e ela já denunciava abusos nas redes. Mas será que plataformas digitais ajudam vítimas ou só amplificam o problema? 🧵

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As redes deram voz a sobreviventes, mas também criaram câmaras de eco, julgamentos públicos e assédio 24/7. Quem lucra com essa exposição: as plataformas, os algoritmos ou as próprias vítimas?

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Como moderar comentários sem revitimizar? E quem decide o que é abusivo quando a linha entre opinião e violência psicológica é tênue? Algoritmos deveriam entender contexto emocional ou isso é tarefa humana?

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O MP-RJ usou a imagem digital de uma influenciadora para uma campanha pública — estratégia eficiente ou expediente midiático? E quem tem acesso a essas mensagens quando a conectividade ainda é desigual?

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Existem apps, hotlines e botões de pânico, mas quem controla esses dados? Serviços 'ajudam' ou criam novos perigos se informações caem em mãos erradas? Privacidade salva vidas — ou expõe vítimas?

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E os trabalhadores de moderação? Cobrem jornadas duras, trauma repetido e baixos salários para proteger usuários. Não deveríamos cobrar políticas públicas que responsabilizem plataformas por essa cadeia?

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Reflexão final: queremos tecnologia que amplifique vozes sem causar mais dano. Isso passa por maior transparência dos algoritmos, proteção de dados e campanhas públicas que alcancem quem realmente precisa. Estamos dispostos a cobrar isso?

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