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Resumo em 10 segundos

Tim Hortons subiu o preço do café ☕️ — e por trás da mudança está uma tempestade global de preços, comércio e clima. Vamos seguir os grãos 🧵

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Tim Hortons aumenta preço do café no Canadá ☕️🧵 A rede diz que é o primeiro reajuste em 3 anos: 1,5% por xícara, “mais que razoável” frente à inflação. Mas esse 1,5% é só a ponta de um iceberg que vem de longe — dos grãos ao porto.

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A história começa no campo: o preço do grão mais que dobrou nos últimos três anos — de C$2,21 para C$5,45 por libra, segundo MarketWatch. Para a cadeia, isso virou “3 centavos a mais por xícara”. Para quem depende do café, o efeito é bem maior.

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No varejo, os canadenses já sentem: em agosto, o preço do café em supermercados subiu 27,9% ano a ano, reportou o StatCan. Enquanto isso, tensões comerciais, custos de frete e mudanças climáticas fazem o mercado pular — um nó que atravessa continentes.

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O mapa mostra por que a alta é global: o Canadá importa quase 25% do café da Colômbia; Brasil, México, Peru e países da América Central ajudam a compor o resto. Em julho, o comércio de café já valia mais de US$1,3 bilhão — muita gente envolvida.

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Há personagens nessa história: grandes redes icônicas, exportadores, cooperativas e pequenos produtores. Quando o preço oscila, quem segura o risco nem sempre é quem planta. Há uma conversa importante sobre remuneração justa e práticas sustentáveis.

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O que vem a seguir? Opções concretas: apoiar cafés e marcas que praticam comércio justo, buscar alternativas locais, e cobrar transparência das cadeias. Políticas públicas também podem ajudar a reduzir vulnerabilidades em mercados essenciais.

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Cada xícara carrega clima, política e economia: o preço do grão subiu mais de 140% nos últimos três anos — e um ajuste de 1,5% no copo é só o síntoma. Vale a pena lembrar que escolhas de consumo e políticas públicas podem tornar essa história mais justa.

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