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Resumo em 10 segundos

Centro cheio não é só lazer: é cliente na loja, renda circulando e espaço público vivo. Jundiaí já discute os próximos passos. 🏙️💰

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Quase 40 eventos em mais de seis meses ajudaram a movimentar o Centro de Jundiaí em 2026 — e a cidade já está desenhando as ações de 2027. 🏙️💰🧵

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No encontro do GT do Centro da Gente, Prefeitura, comerciantes e moradores avaliaram o que rolou: Sexta no Centro, Sabores da Gente, Cervejão Barão, feiras de artes, Jundiaí Feito à Mão, Festival de Inverno e ações ligadas à Copa.

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A lógica é bem direta: mais gente circulando tende a abrir mais oportunidades para lojas, bares, ambulantes, artesãos e serviços do entorno. Não é só “fazer evento”; é tentar manter a economia do Centro respirando.

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Mas a avaliação não foi só de aplauso. O grupo também apontou ajustes práticos, como melhorar tendas, mesas e cadeiras. Parece detalhe, mas estrutura influencia o conforto de quem vende, trabalha e passa o dia no evento.

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Daniela Colagrossi, coordenadora do GT, resumiu a proposta: ouvir quem vive e trabalha na região para dar base ao planejamento de 2027. Esse tipo de escuta pode evitar ações desconectadas da realidade do comércio e dos moradores.

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Para Orlando Picchi Fabrício, presidente da ACE Jundiaí e comerciante no Centro há 45 anos, a programação cultural e dos fins de semana ajuda a trazer pessoas de volta à região. Fluxo de pessoas é um dos combustíveis mais importantes do varejo de rua.

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O desafio agora é transformar eventos pontuais em movimento mais constante — com espaço público bem cuidado, planejamento e acesso para públicos diversos. Centro vivo não se mede só pela agenda: se mede pela renda que circula e por quem consegue ficar nele.

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