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Resumo em 10 segundos

De junho a outubro, unidades do Laboratório Plínio Bacellar foram alvo de invasões em Campos. O prejuízo vai além do material. 🔬

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Um laboratório que atende a população, uma unidade de vacinação, um espaço infantil, uma obra e um estacionamento. Em poucos meses, todos entraram na mesma história: quatro furtos contra o Plínio Bacellar, em Campos. 🔬🧵

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A sequência começou em 26 de junho, na unidade de vacinação. Em 3 de julho, a unidade infantil foi invadida. Em 22 de setembro, o alvo foi uma obra na Pelinca. O episódio mais recente ocorreu em 14 de outubro, no estacionamento.

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O padrão chama atenção: segundo a direção, as invasões acontecem durante a madrugada. Não são apenas objetos levados — ficam danos nas instalações, interrupções operacionais e uma conta que ainda não foi totalmente calculada.

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Para um laboratório, cada espaço preservado importa. Unidades de atendimento e vacinação dependem de estrutura, organização e segurança para funcionar com regularidade — condições básicas para quem busca exames e cuidados de saúde.

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Pedro Bacellar, diretor da instituição, afirma que os casos são comunicados às autoridades e formalizados em boletins de ocorrência. O desabafo resume a preocupação: o que deveria ser exceção começa a parecer rotina na cidade.

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Ainda não há valor total dos prejuízos. Mas a história expõe algo maior: proteger ciência, diagnóstico e serviços de saúde também exige infraestrutura urbana segura. Quando esses espaços são vulneráveis, toda a rede de cuidado sente o impacto.

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