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Emendas de R$ 61,2 bilhões tomam conta do orçamento — até que ponto isso é democrático? 🤔🧵

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Emendas parlamentares de R$ 61,2 bilhões transformam o Congresso em executor do orçamento — quem está fiscalizando esse poder paralelo? 🧵⚠️

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Dados da última década apontam: captura de recursos pela bancada atingiu nível sem igual em democracias. Isso é cifra ou sintoma de um problema institucional? Como funciona a balança entre Legislativo, Executivo e controle social?

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Se o Legislativo vira gestor de despesas, quem define prioridades reais — técnica ou política? Saúde, educação e clima podem virar moeda de troca. Até que ponto emendas promovem inclusão social em vez de apadrinhamento?

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Transparência falta: muitas emendas vêm sem avaliação de impacto e com pouca justificativa pública. Isso fortalece redes clientelistas em vez de políticas que priorizem trabalhadores, regiões vulneráveis e sustentabilidade?

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Que soluções importam? Tetos para emendas, critérios sociais e ambientais, auditoria independente e participação cidadã. Mas será que regras técnicas vencem o poder de barganha no plenário?

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Tecnologia e regulação podem democratizar o processo: portais de dados abertos, alocação por indicadores de necessidade e revisão do papel do TCU. Esses instrumentos protegem serviços públicos ou só deslocam o conflito?

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R$ 61,2 bilhões sem controle claro — cifra ou ruptura institucional? Quem ganha e quem perde quando o orçamento deixa de ser planejado por critérios públicos? Vale perguntar: que tipo de democracia orçamentária queremos construir?

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