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🏆 O DCC da UFMG estreia um prêmio para ex-alunos que impactam ciência, tecnologia e sociedade. Mas reconhecer excelência também pode ajudar a mudar quem se vê nesse futuro.

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A computação costuma celebrar quem? 🏆 O DCC da UFMG lançou o Prêmio Excelência DCC para reconhecer ex-alunos com impacto na ciência, tecnologia ou sociedade — incluindo uma categoria dedicada a mulheres que inspiram. 🧵

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São 5 categorias: talentos em ascensão na academia e no mercado; trajetórias consolidadas nos dois campos; e “Mulheres que Inspiram”. A pergunta é poderosa: quantas contribuições relevantes ficaram invisíveis por décadas?

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A categoria para egressas não trata apenas de premiar currículos. Ela reconhece liderança, excelência científica e ações que ampliam a presença feminina na computação. Representação resolve tudo? Não. Mas referências concretas abrem caminhos.

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O júri avaliará alcance e impacto, trajetória, inovação, superação, impacto socioambiental e retribuição. Um critério importante: tecnologia deveria ser medida só por lucro, patentes e escala — ou também pelo benefício coletivo que produz?

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Não haverá voto popular, e receber muitas indicações não aumenta as chances. Dois comitês, um acadêmico e outro de mercado, farão a seleção. O edital prevê regras de elegibilidade e conflito de interesses. Transparência muda a confiança no prêmio?

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Indicações vão até 15 de outubro, pelo formulário previsto no edital. O resultado sai até 7 de novembro. Mais que uma homenagem, a iniciativa cria um arquivo vivo: quais trajetórias a computação brasileira escolhe tornar visíveis?

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Quando uma estudante vê uma pesquisadora, empreendedora ou profissional premiada, a área deixa de parecer território de poucos. Reconhecer impacto não é só olhar para trás — é disputar, agora, quem terá espaço para inovar amanhã.

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