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Pedido com 57 assinaturas abre caminho para afastamento de Julio Casares — quem assume é Harry Massis 🧵⚖️

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Pedido com 57 assinaturas obriga a convocação de reunião extraordinária para deliberar sobre a destituição e perda de mandato do presidente Julio Casares; em caso de afastamento, quem assumiria a presidência do São Paulo é Harry Massis 🧵

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O requerimento abre um procedimento previsto no estatuto: convocação do Conselho Deliberativo, instalação de comissão processante, direito à defesa do acusado e votação em plenário. Há prazos regimentais e possibilidade de recursos internos antes de qualquer posse.

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Quem é Harry Massis? Ele é dirigente ligado à atual diretoria e apontado como sucessor imediato segundo a linha de substituição prevista no clube. Perfil reconhecido por atuação administrativa; apoiadores veem continuidade, críticos pedem transparência sobre prioridades.

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Além da disputa política interna, o processo tem impacto prático: contratos comerciais, acordos com patrocinadores, câmeras de negociação e estabilidade do elenco. Proteção de direitos trabalhistas de atletas e funcionários deve ser prioridade durante a transição.

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Os 57 signatários representam mobilização entre conselheiros e sócios. A disputa reflete diferenças sobre gestão, prioridades e como o clube lida com receitas, dívida e governança. É também um alerta sobre concentração de poder e a necessidade de mecanismos de controle.

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O que acompanhar nas próximas semanas: convocação formal da reunião, composição da comissão processante, defesas apresentadas, quórum e votações no Conselho. Declarações públicas de Casares, Massis e lideranças do Conselho devem orientar a reação de sócios e mercado.

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Mais do que uma disputa interna, o caso testa governança e transparência no futebol: sucessão legítima precisa priorizar sustentabilidade financeira, direitos trabalhistas e participação dos sócios — elementos essenciais para um clube mais democrático e responsável.

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