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Resumo em 10 segundos

Pesquisa da Quaest revela: favoritismo consolidado no Paraná e indefinição em Minas e RJ — entenda os bastidores do poder. 🗳️📊

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Quaest mediu a influência de governadores e ex-governadores nas eleições: em alguns estados eles transferem poder; em outros, a disputa segue aberta. Do Paraná a Minas e Rio, a cena muda. 🧭📊 🧵

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Pense num governador como protagonista: onde sua gestão tem boa avaliação, sua 'marca' vira moeda eleitoral. No Paraná, esse favoritismo está consolidado — a narrativa de competência e resultados facilita emplacar sucessores e manter alianças locais.

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Já em Minas e no Rio, o roteiro é outro: avaliações divididas, partidos fragmentados e eleitorado volátil transformam o palco em disputa acirrada. Nesses estados, nem o peso de um ex-governador garante vitória — a conexão com periferias e propostas conta mais.

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Como se transfere capital político? Máquinas partidárias, programas sociais visíveis, comunicação eficaz e redes locais. Mas fatores como crise econômica, escândalos e má gestão podem apagar esse crédito. Por isso transparência e regulação importam.

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Há benefícios e riscos: continuidade pode ampliar políticas públicas em educação, saúde e sustentabilidade; porém, concentração de poder ameaça pluralidade. O desafio é fortalecer instituições locais e abrir espaço para vozes diversas na política.

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O recado para candidatos: herdar apoio não basta — é preciso mostrar resultados reais, inclusão social e compromisso com direitos trabalhistas e meio ambiente. Para eleitores: avaliar políticas, não só nomes, e exigir prestação de contas.

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A pesquisa da Quaest funciona como termômetro: revela onde há legado e onde pulsa a demanda por mudança. A grande questão é se o poder será usado para ampliar oportunidades e justiça social — ou para manter privilégios. Vigilância cidadã segue essencial.

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