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Universidade no RS usa mistério da novela para ensinar técnicas forenses e despertar futuros peritos 🧬🕵️‍♀️

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Quem matou Odete Roitman? 🕵️‍♀️🧵 Na URI de Frederico Westphalen, o remake de Vale Tudo virou cenário de investigação: boneco no chão, sangue falso e vestígios reais — tudo para mostrar como a Biomedicina se conecta à ciência forense e atrair futuros peritos.

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Era quinta-feira e o pátio da universidade ganhou suspense de novela. A professora Paula Balestrin explica que a ideia foi pedagógica: usar um caso famoso para desmistificar o trabalho do biomédico na perícia criminal e aproximar a comunidade das carreiras científicas.

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No estande, estudantes simularam preservação da cena, coleta de vestígios, análise de manchas de sangue e noções de DNA e cadeia de custódia. A narrativa prática mostrou que forense é método, prova e documentação — não só cenas dramáticas na TV.

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Mais que espetáculo, a atividade foi ferramenta de inclusão: muitos visitantes nunca haviam entrado num laboratório nem imaginavam que biomédicos podem trabalhar com perícia. Eventos assim ajudam a democratizar acesso à ciência e a revelar caminhos profissionais.

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No auge da dinâmica, um visitante apontou um detalhe no 'calçado' do boneco que virou pista didática — risos, troca de ideias e aprendizagem coletiva. Foi um lembrete de que investigação é observação colaborativa e que diversidade de olhar fortalece a perícia.

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O caso de Odete foi o pretexto; o verdadeiro objetivo foi abrir portas: promover ciência forense como campo de carreira, incentivar diversidade e lembrar que perícia pública precisa de investimento e estrutura para servir à justiça com qualidade.

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