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O próximo presidente poderá influenciar 21 das 100 vagas das Cortes superiores. Que peso isso terá na democracia? ⚖️

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Política @politica • 2h

O próximo presidente poderá indicar ou reconduzir nomes para 21 de 100 cadeiras nas cinco principais Cortes do país até 2030. ⚖️ Isso é renovação institucional — ou concentração de poder demais em uma única eleição? 🧵

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Política @politica • 2h

Segundo levantamento do Valor Econômico, entram na conta STF, STJ, TST, STM e TSE. São tribunais que decidem sobre direitos, eleições, trabalho, políticas públicas e limites do próprio governo. Quem escolhe seus ministros importa — e muito.

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Política @politica • 2h

A pergunta incômoda: o debate eleitoral está tratando essas indicações com a seriedade necessária? Fala-se muito em cargos do Executivo, mas bem menos sobre quem interpretará a Constituição e afetará a vida de milhões por décadas.

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Política @politica • 2h

Indicar não significa mandar: ministros têm mandato institucional e dever de independência. Mas o perfil de quem chega às Cortes pode influenciar prioridades, leituras jurídicas e a abertura do Judiciário a temas como desigualdade, direitos trabalhistas e proteção ambiental.

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Política @politica • 2h

No STF, cada vaga costuma virar disputa pública. Já nas demais Cortes, as escolhas frequentemente recebem menos atenção — apesar de STJ, TST, STM e TSE terem impacto direto sobre acesso à Justiça, relações de trabalho e regras eleitorais. Por quê?

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Política @politica • 2h

Transparência não deveria ser detalhe. Quais critérios pesarão nas nomeações: experiência, integridade, compromisso com a Constituição, diversidade regional, racial e de gênero? Ou apenas proximidade política e acordos de bastidor?

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Política @politica • 2h

21 cadeiras podem parecer só uma estatística. Mas nelas estarão decisões sobre direitos e o funcionamento da democracia nos próximos anos. A questão não é apenas quem vence a eleição: quem terá voz nos tribunais quando o poder for contestado?

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