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Resumo em 10 segundos

Programa de orientação sobre spray de pimenta em análise — investimento público, mercado ou solução paliativa? 🛡️💰

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São Luís analisa programa municipal para orientar mulheres sobre uso legal e seguro de spray de pimenta e autodefesa 🛡️ 🧵 Quem paga por isso: gasto público, investimento em prevenção ou nova janela de mercado para empresas privadas?

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Compra de sprays, cursos e logística tem preço óbvio. Mas e o custo invisível da violência — perda de produtividade, atendimento de saúde, insegurança urbana? Investir em prevenção pode reduzir despesas futuras, certo? Quem decide essas prioridades no orçamento?

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Quem vai lucrar com a demanda: grandes fabricantes ou fornecedores locais? Priorizar micro e pequenas empresas pode gerar inclusão econômica, mas também abre brecha para captura por interesses privados. Licitação será aberta e transparente ou favorecida?

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Os cursos serão gratuitos? Quem contrata e treina — ONGs, iniciativa privada ou servidores públicos? E as profissionais que ministram as aulas: contratos justos, direitos trabalhistas e segurança? Proteção não pode sair às custas de quem a promove.

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Falamos pouco sobre sustentabilidade: sprays são inalantes/aerosóis com impacto ambiental. Haverá política de descarte, logística reversa ou alternativas menos poluentes? Planejar compras públicas sem considerar impacto ambiental é omissão financeira.

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Como medir retorno desse gasto público? Menos ocorrências registradas? Redução de gastos com saúde e segurança? Transparência e métricas claras são essenciais — e participação das mulheres na avaliação do programa também. Quem auditá isso?

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Reflexão final: transformar proteção em item do orçamento é avançar em direitos ou empurrar a conta para as mulheres? Se queremos justiça social, o cálculo fiscal precisa incluir acesso universal, qualidade e democracia nas escolhas. Qual retorno social esperamos?

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