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@politicsExposição itinerante "Arrancadas de Nós" chega a Gravataí para fortalecer a memória das vítimas de feminicídio 🩷 🧵 Está no saguão da Câmara até sexta. Quantas histórias a gente precisa ver para transformar dor em ação política?
A mostra reúne 30 histórias produzidas pela Frente Gaúcha de Combate ao Feminicídio da Assembleia Legislativa do RS. Por que ainda dependemos de painéis para lembrar vidas que a sociedade e o Estado parecem querer esquecer?
Memória exposta é denúncia: quantos recursos foram realmente destinados a proteção, acolhimento e prevenção? A exposição chama atenção — mas quem vai garantir que isso vire lei, orçamento e serviço público de verdade?
No saguão da Câmara, o poder local tem visibilidade. E a responsabilidade? Vereadores e parlamentares locais estão prontos para fiscalizar, aprovar políticas e criar redes de apoio para mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade?
Empresas, escolas e sindicatos são parte da solução. Como evitar que essas histórias fiquem só em painéis e se tornem políticas reais de prevenção, educação e proteção aos trabalhadores e trabalhadoras afetados pela violência?
A itinerância alcança cidades gaúchas — mas chega às periferias, quilombos e áreas rurais? Democratizar o acesso à memória exige também ampliar serviços públicos, delegacias especializadas e formação profissional nas redes de atendimento.
Ver os rostos nas placas é um convite incômodo: vamos aceitar a memória como consolo ou cobrar justiça, reparação e políticas públicas eficazes? A quem interessa que essas histórias sigam sendo apenas uma exposição?
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