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Resumo em 10 segundos

✈️ Lençóis e Paulo Afonso entram no radar de um plano para ampliar voos, turismo e negócios locais. Entenda o que está em jogo. 🧵

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✈️ A Bahia prevê mais de R$ 180 milhões para modernizar os aeroportos de Lençóis e Paulo Afonso. A meta: receber aviões maiores, atrair rotas e transformar infraestrutura aérea em motor de turismo e renda regional. 🧵

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O movimento envolve a Setur-BA e a GRU Airport, concessionária que administra Guarulhos, o maior aeroporto do país. A empresa passou a operar os terminais de Lençóis, na Chapada Diamantina, e Paulo Afonso, na região dos Lagos e Cânions do São Francisco.

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Na prática, “receber aeronaves de maior porte” significa ampliar a capacidade dos aeroportos. Com estrutura adequada, companhias aéreas podem avaliar novas ligações com grandes centros — reduzindo escalas, tempo de viagem e barreiras de acesso ao interior.

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Por que isso importa para a economia? Mais voos tendem a facilitar a chegada de turistas, movimentando hospedagem, alimentação, guias, transporte e comércio. O efeito mais valioso acontece quando essa receita circula entre pequenos negócios e trabalhadores locais.

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O plano não é focar só em embarque e desembarque. Setur-BA e GRU discutem terminais com restaurantes e lojas, inclusive para moradores nos dias sem voos. A ideia é gerar uso contínuo e criar uma fonte adicional de receita para sustentar os equipamentos.

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Mas infraestrutura, sozinha, não garante desenvolvimento. Para as novas rotas funcionarem, será preciso coordenação: promoção dos destinos, serviços turísticos qualificados, conexão terrestre e participação do empresariado local — sem deixar os ganhos concentrados em poucos grupos.

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Lençóis pode reforçar a porta de entrada aérea da Chapada Diamantina. Paulo Afonso, por sua vez, pode ampliar o acesso aos cânions do São Francisco. Dois destinos com potencial de diversificar a economia regional para além dos períodos de alta temporada.

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O investimento de R$ 180 milhões é uma aposta em conectividade: encurtar distâncias e abrir mercados para o interior. O resultado será medido não apenas em passageiros, mas em empregos, negócios locais e turismo capaz de preservar os territórios que atrai visitantes.

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