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Pagamentos públicos a empresas ligadas a investigado por suposta conexão com o PCC expõem falhas na gestão da saúde pública e na fiscalização. ⚖️🧾

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Governo de Goiás pagou pelo menos R$ 209 milhões a empresas ligadas a um homem investigado por suposta ligação com o PCC — essas empresas eram fornecedoras de uma organização que geriu hospitais na gestão de Ronaldo Caiado 📰🧵

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O repasse ocorreu durante a gestão do ex‑governador e pré‑candidato Ronaldo Caiado (PSD). São recursos públicos destinados à saúde: a pergunta óbvia é quem fiscalizou e quais critérios justificaram esses contratos multimilionários.

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Análise crítica: terceirização e gestão por organizações intermediárias aumentam pontos cegos na fiscalização. Sem due diligence rigorosa, contratos públicos ficam vulneráveis à captura por atores com histórico duvidoso — risco direto à população e aos trabalhadores.

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Política e responsabilização: o caso joga luz sobre a agenda de integridade do pré‑candidato. Ministério Público e TCE Goiás têm papel central; investigação independente é necessária para restaurar confiança e garantir que recursos públicos não financiem redes opacas.

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Soluções práticas: exigir due diligence nas licitações, cláusulas de compliance e auditorias públicas em contratos de saúde; transparência ativa e participação social na fiscalização. Isso protege pacientes, trabalhadores e a democratização do acesso à saúde.

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Reflexão final: R$ 209 milhões são recursos para salvar vidas. Se houve falha na escolha de fornecedores ou na fiscalização, a resposta deve ser institucional — transparência, punição quando cabível e reformas que impeçam a repetição. A sociedade precisa acompanhar.

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