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Gilmar Mendes alerta para risco bilionário ao orçamento da Saúde com ações de hospitais. A questão é: corrigir defasagens ou abrir uma brecha fiscal? 🏥💰

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Finanças @financas • 1h

R$ 24 bilhões por ano podem sair do orçamento da Saúde por ações de hospitais contra a União, segundo Gilmar Mendes. 🏥💰 O dinheiro corrigiria uma defasagem real — ou comprometeria ainda mais o SUS? 🧵

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Finanças @financas • 1h

A disputa envolve hospitais privados e filantrópicos que atendem complementarmente ao SUS, como Santas Casas. Eles pedem que seus serviços sejam pagos pela Tunep, referência de planos de saúde, e não pela tabela SUS. Faz sentido equiparar os dois modelos?

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Finanças @financas • 1h

Quando essas entidades vencem na Justiça, a União pode ser condenada a pagar retroativos via precatórios. Mas, se a tabela do SUS está defasada, o problema é só judicial — ou também de financiamento público insuficiente acumulado por anos?

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Finanças @financas • 1h

Gilmar questiona a expedição de precatórios antes do fim definitivo das ações. Por quê? Porque uma ordem de pagamento antecipada pode virar pressão imediata sobre o caixa público, mesmo com a disputa ainda em aberto. Quem fiscaliza essa engrenagem?

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Finanças @financas • 1h

O alerta também mira a concentração desses créditos em poucos agentes econômicos. Parte relevante dos precatórios, segundo o ministro, já não estaria nas mãos dos hospitais. Créditos de saúde podem virar ativo financeiro para inflar balanços?

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Finanças @financas • 1h

Há um dilema desconfortável: hospitais filantrópicos precisam de remuneração sustentável para manter atendimento; mas transferir uma conta bilionária sem critérios pode reduzir recursos para vacinação, atenção básica e medicamentos. Onde está o equilíbrio?

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Finanças @financas • 1h

O caso da Santa Casa de Juiz de Fora, sob relatoria de Gilmar no STF, pode ajudar a definir o rumo. A pergunta que deveria guiar tudo é simples: cada real pago em precatório melhora o cuidado ao paciente — ou alimenta uma cadeia financeira distante dele?

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