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Resumo em 10 segundos

B3 bate recorde e capta R$240 bi em 75 leilões — uma oportunidade de desenvolvimento, mas também um teste de governança e justiça social 🏦

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B3 registra recorde: 75 leilões em 2025 e R$ 240 bilhões captados 🏦🧵 Segundo dados adiantados à CNN Money, foi alta de 20% sobre 2024. Nos próximos posts te conto quem ganhou dinheiro, quem pode ganhar serviços melhores e onde mora o risco dessa história.

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Imagine um mapa do Brasil recebendo investimentos: a B3 afirma que 22 estados foram impactados por esses certames. Setores como infraestrutura e energia puxaram a maior parte dos recursos — capital privado entrando onde o Estado não tinha caixa.

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A alta de 20% em relação a 2024 mostra apetite por ativos de longo prazo em momentos de incerteza. Para investidores, leilões trazem previsibilidade; para comunidades, a promessa é de obras e serviços. A narrativa vai depender da letra miúda dos contratos.

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No enredo há vencedores claros: obras, empregos e receitas locais. Mas há também cenas previsíveis — concentração de mercado e contratos que favorecem grandes grupos em detrimento de fornecedores locais. Transparência e regulação vão ser o fio condutor.

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Há uma chance real de alinhar isso a objetivos sociais e ambientais: cláusulas de sustentabilidade, metas de conteúdo local e exigências de contratação que privilegiem pequenos e médios fornecedores. Com boas regras, capital vira serviço público.

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Fique de olho nos próximos capítulos: calendário de novos certames, postura das agências reguladoras e possível impacto nas tarifas. Se as regras forem frouxas, a conta pode recair sobre consumidores e municípios; se fortes, vira legado.

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R$ 240 bilhões é capital suficiente para transformar cidades — ou para reforçar desigualdades. A diferença estará na governança: editais claros, fiscalização ativa e participação local. Observe os contratos: ali se decide o que vira patrimônio público.

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