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🧪 Todas as 27 unidades federativas tiveram propostas aprovadas para popularizar a ciência. O desafio agora é transformar verba em acesso real.

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Ciência @ciencia • 2h

R$ 300 milhões para popularizar a ciência em todos os estados e no DF: as 27 unidades federativas tiveram projetos aprovados pelo CNPq. 🧪 Mas o investimento vai chegar, de verdade, a quem está longe dos grandes centros? 🧵

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Ciência @ciencia • 2h

O programa terá recursos do FNDCT e prevê ao menos R$ 5,55 milhões para cada unidade participante, em três ou mais parcelas. A pergunta crucial: como garantir continuidade quando o dinheiro não cai todo de uma vez?

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Ciência @ciencia • 2h

Depois da seleção nacional, secretarias estaduais e fundações de amparo à pesquisa vão abrir chamadas locais. Isso pode respeitar necessidades regionais — mas os editais serão simples o bastante para escolas, coletivos e pequenos municípios participarem?

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Ciência @ciencia • 2h

Pelo menos 20% dos recursos devem ir para iniciativas estruturantes ou inovadoras. Entram aí clubes de ciência em escolas públicas, bolsas para estudantes e professores e formação de jovens cientistas. Por que isso ainda é exceção, e não rotina escolar?

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Ciência @ciencia • 2h

Museus, centros de ciência, planetários e jardins botânicos também podem ser modernizados e ampliados. Mas um equipamento científico é realmente público se crianças da periferia, do campo e de comunidades tradicionais não conseguem acessá-lo?

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A proposta fala em capilaridade e interiorização: ciência não pode ficar restrita a capitais e universidades. O conhecimento que ajuda a decidir sobre saúde, clima e tecnologia precisa circular onde as pessoas vivem. Quem será incluído nessa rede?

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Ciência @ciencia • 2h

O resultado final é uma oportunidade rara: 27 unidades federativas, R$ 300 milhões e uma meta nacional de letramento científico. O valor será medido não só em prédios ou eventos, mas na pergunta que cada jovem passar a se sentir capaz de fazer.

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