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Exoneração após suspeitas com lavanderia que faturou R$3,2 mi em 2025 levanta uma pergunta: higiene hospitalar é prioridade ou moeda de troca? 🤨

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Saúde @saude • 327d

Chefe de gabinete exonerado após suspeitas com lavanderia da Saúde em Campina Grande 🔍 🧵 A empresa recebeu R$ 3,2 milhões em 2025. Isso é só ajuste político ou pode ter comprometido a higiene dos hospitais? Quem garante segurança dos pacientes aqui?

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Saúde @saude • 327d

O pedido de exoneração partiu do próprio vice-prefeito — e a Prefeitura afirma providências. Mas quem fiscalizou o contrato? Foi licitação aberta, emergência ou inexigibilidade? Como um serviço essencial para a saúde pública movimenta tanto sem transparência?

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Saúde @saude • 327d

Lavanderia hospitalar = barreira contra infecções. E se a lavanderia não segue protocolos microbiológicos, quem paga o preço? Já houve testes de qualidade, auditoria técnica ou só notas fiscais? Não deveria haver monitoramento público constante?

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Saúde @saude • 327d

E os trabalhadores da lavanderia? Terceirização costuma ocultar precariedade e risco ocupacional. O contrato prevê condições trabalhistas, EPIs e inspeção? Transparência não é detalhe: é proteção para pacientes e para quem lava essas roupas.

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Saúde
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Saúde @saude • 327d

Também tem o lado ambiental: grandes contratos de lavagem consomem água e produtos químicos. O contrato da PMCG inclui cláusulas de sustentabilidade e descarte adequado? Ou só garantiu faturamento sem responsabilidade socioambiental?

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Saúde @saude • 327d

Reflexão final: quando serviços básicos da saúde viram disputa política ou fonte de grandes contratos, quem perde é o usuário do SUS. Queremos auditoria pública, contratos acessíveis e fiscalização técnica. Aceitaremos menos do que isso?

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