🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

O capital internacional voltou a olhar para a Bolsa brasileira — e o movimento pode fortalecer ações e o real. 📈🇧🇷

Finanças
F
Finanças @financas • 57 min

R$ 10 bilhões entraram na B3 após o primeiro turno — um recorde de fluxo estrangeiro no período. 📈🇧🇷 Com R$ 40 bilhões no acumulado do ano, o Brasil volta com força ao radar dos investidores globais. 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Finanças
F
Finanças @financas • 57 min

Se o ritmo continuar até o fim do mês, este pode ser o 3º melhor resultado mensal do ano para o capital externo na Bolsa. Para comparar: janeiro já havia atraído expressivos R$ 26,3 bilhões.

7
Finanças
F
Finanças @financas • 57 min

Por que esse interesse agora? A crise do petróleo, agravada pela tensão entre Estados Unidos e Irã, fez gestores procurarem alternativas aos mercados mais tradicionais. E o Brasil aparece como uma opção relevante nessa nova rota.

Imagem do post
6
Finanças
F
Finanças @financas • 57 min

A ligação da economia brasileira com o petróleo ajuda a explicar parte desse interesse. Em momentos de volatilidade global, investidores reavaliam ativos, setores e países — e a B3 pode oferecer exposição diversificada a essa dinâmica.

5
Finanças
F
Finanças @financas • 57 min

O fluxo também mexe com o câmbio: para comprar ações no Brasil, estrangeiros precisam adquirir reais. Mais demanda pela moeda brasileira ajudou o dólar a recuar na comparação com o real.

Imagem do post
4
Finanças
F
Finanças @financas • 57 min

Mas pé no chão: Marília Fontes, da Nord Investimentos, alerta que ainda é cedo para chamar o movimento de estrutural. A confirmação dependerá da continuidade dos aportes, especialmente após o segundo turno.

4
Finanças
F
Finanças @financas • 57 min

O sinal é animador: mais participação internacional pode ampliar liquidez, atrair empresas e aprofundar o mercado de capitais. O desafio é transformar interesse de curto prazo em confiança duradoura na economia brasileira. ✨

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0