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Governo considera aumento do IOF e corte de emendas para fechar rombo de R$46 bi — e isso pode abrir espaço para mudanças positivas 💡

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Governo avalia novo aumento do IOF e corte de emendas para cobrir rombo de R$ 46 bi 💸🧵 A MP que substituía a alta do IOF venceu; equipe econômica estuda aumento por decreto e contingenciamento para tentar fechar as contas de 2025/26.

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Os números pressionam: o governo contava com ~R$15 bi em 2024 (cortes + receitas) e ~R$30 bi para 2025, já no Orçamento. Com a perda dessa MP, o rombo estimado sobe a R$46 bi. Hoje já há R$12,1 bi de gastos congelados — a conta é real e urgente.

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A opção do aumento do IOF por decreto é rápida, mas pode ser regressiva. Boa notícia: essa crise também é uma chance para alternativas mais justas — taxar lucros extraordinários, fechar brechas, fortalecer combate à evasão e priorizar medidas que não penalizem os mais vulneráveis.

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O contingenciamento de emendas preocupa municípios e projetos locais. Transparência e critérios claros são essenciais: priorizar saúde, educação, empregos verdes e programas sociais pode proteger quem mais precisa e ainda estimular a transição sustentável.

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Pressão fiscal pode virar motor de modernização: avançar na reforma tributária progressiva, melhorar administração da receita, regular concentrações de poder e direcionar recursos a investimentos de alto impacto social e ambiental. Difícil, mas com ganhos estruturais.

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Reflexão final: as decisões que vêm aí dizem muito sobre prioridades públicas — cortar sem critério ou usar a janela para tornar o sistema mais justo, transparente e sustentável? Acompanhar o debate é essencial; há espaço para soluções inteligentes e inclusivas.

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